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sábado, 22 de junho de 2013

Nu no Azul

A imagem de fundo desta semana é esta ao lado. Nu no Azul.

Foi feita precariamente a partir da técnica de light painting, com uma câmera amadora, mesmo. Utilizando a função "retrato noturno".

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Mostra de Thomaz Farkas no IMS

O homem que ama.
Thomaz Farkas é fotógrafo. Não ganha para fotografar. Apenas ama. (Veja mais sobre fotografia aqui)

Farkas é um grande financiador da fotografia no Brasil. A partir de 1990 passa a exibir suas fotos e mostra-se um fotógrafo livre.
Ele é um amador. Não precisa vender e, assim, não precisa agradar. E, assim, agrada. Agrada porque sua fotografia procura a tradução de sua visão de mundo. E só.
O Instituto Moreira Sales além de inaugurar uma exposição, lança o livro "Thomaz Farkas: uma antologia pessoal". A obra reúne peças de todo o período em que Farkas produziu. Custa R$ 85,00 e vale cada centavo.

Instituto Moreira Sales. Rua Piauí, 844, 3825-2560. Terça a Sexta, 13h - 19h. Sáb. e dom., 13h - 18h. Grátis. Até 3/4.


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Fotografando Movimentos Sociais

   Como todos sabem, a câmera deste esboçador foi roubada.

   De modo geral, este esboçador prefere as fotografias feitas através de processos históricos o pinholes. Mas diante da greve da Unifesp, onde a esposa deste esboçador estuda e movimento do qual participamos ativamente, interessei-me por fotografia de movimentos sociais. Fotografia documental.
   Abaixo algumas delas. Veja todas aqui.




sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Fotografia Marginal - Larry Clark

Larry Clark fotografa aquilo que todo temem, sobretudo a classe média. Drogas e violência.
Larry não acha que devemos fechar os olhos.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Elizabeth Lee

     Elizabeth Lee é fotógrafa.
     Elizabeth Lee faz fotografia com sucos e flores.
     Isso não é um poema.
     Elizabeth Lee faz, de fato, fotografia com sucos e flores. Uma técnica chamada Anthotype, que consiste em emulsionar papéis com sumos de flores e frutas e expô-los ao sol com um negativo em contato.
     Elizabeth faz parte, como Edison Angeloni, do Cidade Invertida.
     Ao lado, um Anthotype dessa grande fotógrafa.

Olhares Cruzados

     O Projeto Olhares Cruzados (www.olharescruzados.org.br) teve início em 2004 e envolveu fotógrafos, artistas, arte-educadores em oficinas no Brasil e na África.

     Crianças de favelas e bairros periféricos de Porto Alegre, Rio de Janeiro, Cabinda e Maputo fizeram oficinas de artes, fotografia, redação. As crianças trocaram correspondências entre si, formando um intercâmbio Sócio-cultural Brasil-África. 
     O resultado foi publicado em livro em 2005 e o projeto seguiu para outros lugares, como Porto Príncipe, Kinshasa, Mali e Diadema.



quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Man Ray - Artista

   Man Ray foi um fotógrafo, artista plástico e cineasta. Man Ray foi anarquista.
   Man Ray fundou, com Marcel Duchamp, o movimento dadá. Teve contato com o surrealismo. E passa a fotografar para financiar suas pinturas. Com o tempo passa a dar igual importância às duas linguagens.
   Man Ray produziu algumas das imagens mais emblemáticas da história da fotografia e notabilizou-se pela eexperimentação - produzi diversos fotogramas e usou a técnica de solarização em seus filmes.















Edison Angeloni na Cidade Invertida


     Edison Angeloni é um fotógrafo. Edison Angeloni fotografa com caixas de fósforo, latas de tinta, caixas de filme. Edison Angeloni constrói, pesquisa, dissemina câmeras pinholes.

     Edison também faz parte do Cidade Invertida, grupo de fotógrafos e educadores que percorre cidades com um trailler muito legal que faz as vezes de laboratório e câmara obscura!
 Suas fotos podem ser vistas em: http://www.flickr.com/photos/angeloni/ e ele pode ser seguido no Twitter: @eangeloni.

Kazuo Okubo e sua foto incrível

     Kazuo Okubo é um fotógrafo de publicidade. Ganhou Leão de Ouro em Cannes, Fotografou para Playboy, Vogue e Casa Cláudia.
     Mas nada disso importa. Só importa sua foto "Linhas". Quero muito acreditar que seja feita "na raça", superexpondo o objeto. Não sei. Mas o fato é que a foto é linda.
Linhas - Kazuo Okubo - 2006 

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Fotografias bucólicas

Abaixo, fotografias com motivos campestres, bucólicos deste esboçador.
Daqui Prali

Família
Corações

Fotografia de coisas

     O que é fotografável? Vá a uma livraria e procure livros na seção de fotografia. Você achará muitos livros de fotos de cidades, de moda, de carros, de pessoas famosas, de gente pelada. Mas certamente, a não ser que você esteja NA livraria, não encontrará fotografias de cenouras.
     Há uma tendência na fotografia contemporânea em se fotografar o cotidiano não fotografável. Levantar questionamentos sobre a relevância de objetos que, de modo geral, não são relevantes. E, além, ressiginificá-los. Ou propor-nos que questionemos seu significado.
Peter Fischli e David Weiss - Tarde Calma
1984-85
Uta Barth, "Ground #42", 1994.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Corpos Nus

     O corpo humano é cultuado desde tempos imemoriais. Em 600 a.C. Vênus e Apolo eram representados nus.
     Les Demoiselles d'Avignom, obra prima (de "primeira") do Cubismo também remete ao nu. Porém modo fragmentado e tenso.
     A Negra, de Tarsila do Amaral, escancara todo o pensamento lugar comum que a classe dominante branca tem sobre os negros.
    Nas revistas masculinas, corpos nus são vendidos como picanha no açougue, mas a fotografia contemporânea faz grandes reverências aos corpos nus.
  
Nu Feminino - 2009 - Mauricio de Oliveira
Revelação Fotográfica
A Negra, 1923 Tarsila do Amaral - óleo s/ tela,
100 x 81,3 cm

Nus - 2001 - Thomas Ruff
  

Les demoiselles d'Avignon, 1907 - Pablo Picasso - óleo s/ tela



















domingo, 26 de dezembro de 2010

Araquém Alcântara - Fotografador de Gente

     Araquém Alcântara é conhecido como o maior fotógrafo de natreza do Brasil. Tido como um imortalizador de imagens que se tornaram referência para a construção visual do país na memória popular.
     Criado em Santos, ele realmente tinha muito material para se dedicar ao tema. Contudo, quando fotografa pessoas, Araquém se supera e chega, aí sim, no cerne na questão natural. É na documentação da relação humana com o meio natural que mora sua genialidade.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Quadro vivo

Sala Vermelha, 2001, Sarah Dobai

     Muita gente, em meados do séc. XIX, quando do surgimento da fotografia, imaginou o fim da pintura. Isso não ocorreu porque meios diferentes têm potências diferentes e produzem efeitos diferentes. Ambos seguiram necessários.

     Posteriormente, surge a discussão, já abordada aqui no Esboço, do caráter artístico da fotografia. Discussão que, pelo menos no meio acadêmico e/ou artístico já não faz sentido.



    
Insônia, 1994, Jeff Wall

     Pois bem, a fotografia contemporânea se apropria dessas questões e produz um tipo de fotografia que vem sendo chamada de "quadro vivo". Nele, a foto possui uma narrativa que se encerra em si mesma.

     É claro que a fotografia social, ou documental, também possui uma narrativa. Porém, no "quadro vivo", ela é o objetivo primeiro e é buscada. Há um preparo para a fotografia. Geralmente atores e/ou modelos compõem uma cena coreografada de modo a que o espectador possa reconhecer a "estória" que é "contada".

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Fotografia - Arte?

Sonja no seu banho, Annelies Strba, 1985
Quando se pensa em fotografia, a primeira coisa que vem a mente são fotos de família, registro de festas infantis o, quando muito, fotos de paisagens para cartões postais.

Essa é a fotografia social. E a fotografa de arte? Há fotografa de arte? Existe uma discussão ainda hoje sobre se a fotografia pode ser arte utilizando de um aparato industrial e sobre o qual o fotógrafo tem pouco controle, se comparado ao pintor e se pincel, por exemplo.

Contudo, fotos de família podem se tornar fotos artísticas, como em "Minha mãe e eu", de Elinor Carucci ou "Sonja no seu banho", de Annelies Strba.

Ambas fotografam sua família em situações em que o estranhamento tira a cotidianidade da cena, embora ela ainda se faça presente. É uma foto de família, contudo, algo falta para que o cotidiano se faça presente em sua plenitude.

Essa falta de detalhes cotidianos põe a foto num tempo e espaço indefinido e deixa que apenas as relações, solidões, pensamentos sejam contemplados.
Minha mãe e eu, Elinor Carucci, 2000

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Ponte Japonesa


Ponte Japonesa, upload feito originalmente por Mauricio de Oliveira.
Fotografia Pinhole. Comecei essa brincadeira com o grande Kenji Ota, e muitas pessoas me ajudaram no andar.

Fotografia pra além da indústria (o máximo possível). Aliás, o máximo possível é um tipo de fotografia chamado Anthotype, que a Elizabeth Lee dissemina por aí.

Logo volto a falar disso.

Até mais ver.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Fotografias que iam ser

A partir de hoje, no menu à esquerda do blog, é possível acompanhar minha atividade no Flickr (que anda meio inativo, desde o assalto) em "esboço de fotografia".

Sempre estarão aí, as quatro últimas postagens. Há ainda um link para a página completa (veja mais no Flickr).

Assim, o "Esboço de blog que ia ser" vai se tornando um blog de arte (e não só de literatura) e ficando mais com a cara deste blogueiro.

Até mais ver!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Processos fotográficos alternativos

Na Abecal prometi que postaria alguns links sobre processos fotográficos alternativos.

Cumpro, com certo atraso a promessa (clique no nome para abrir a página):

1. Luiz Monforte - Trabalha com processos alternativos de reprodução.

2. Daniela Lage - Traz algumas referências de revelações e ampliações tradicionais e alternativas.

3. Manual Prático de Pinhole - Traz algumas teorias óticas, história da fotografia (como câmera obscura) e informações mais práticas pra fazer uma pinhole e sair fotografando.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Realidade Marginal

O Centro de Acolhida Solidariedade - ABECAL, localizado no Jabaquara, será a primeira instituição a receber o Projeto A Imagem da Voz.

Ontem tive uma reunião muito produtiva com a coordenação do albergue e faremos um piloto em breve com enormes possibilidades de aplicarmos outros projetos envolvendo fotografia e inclusão social.

Amanhã, quinta-feira, irei expôr a idéia para as pessoas que utilizam o albergue para começarmos a por a mão na massa em seguida.

A depender de quantas pessoas aderirem ao projeto, precisaremos de colaboradores. Os interessados, por favor, mandem um e-mail com o assunto "Realidade Marginal" para: mauricio.de.oliveira.filho@gmail.com.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Realidade marginal ou A imagem da voz - Quando moradores de rua gritam com suas pinholes

E não é que a Prof. Dra. Ana Trevisan, coordenadora de extensão do CCL - Mackenzie, adorou meu projeto de inclusão social de pessoas em situação de rua atravém da fotografia pinhole?!

O projeto se constitui, basicamente, em ministrar oficinas de pinhole em albergues municipais e posteriormente montar uma exposição com o material.

A profesora inclusive já pensa em levar o projeto para a Amazônia, na região do Rio Negro!

Acho que a coisa vai!!! Em breve talvez tenha alguns resultados interessantes para serem postados aqui.

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